terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Natal

Em dezembro, a Biblioteca Escolar recebeu as turmas com "Leituras de Natal" de vários contos como: "Certa noite num estábulo" de Guido Viscontti, " Um Natal muito especial" de Christine Leeson, "A velhinha que comeu os símbolos de Natal" de Maria Jesus Sousa.
Houve uma exposição de livros alusivos à época natalícia que docentes e alunos poderam requisitar.
As turmas do 3º e 4º anos de escolaridade assistiram à apresentação de vocabulário em Inglês, aprenderam a canção "Where is Santa?" e puderam realizar jogos de palavras.
O consumo e a educação financeira também foram temas de reflexão nesta época com apresentação de conselhos de poupança.




A E.B. Salgueiro Maia deseja a todos Boas Festas!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Alimentação saudável e regras à mesa no refeitório

Na Biblioteca Escolar realizamos o visionamento de um Power Point acerca do tema "Boas maneiras à mesa", refletindo acerca do comportamento no Refeitório Escolar. Relembrou-se as regras do Refeitório motivando as turmas para conseguir alcançar etapas da atividade "Reis e Rainhas à mesa".
Com o objetivo de estimular hábitos de alimentação saudável, evitar o desperdício e de combater a obesidade os alunos escutaram a história da Roda dos alimentos e a sua função. Depois assistiram à declamação do poema "frutos" de Eugénio de Andrade e aprenderam a canção "Rock das Frutas".
A biblioteca propôs a elaboração da "Árvore da Fruta" com a colaboração das turmas para alertar a importância do consumo de fruta.
 

Feira do Livro

A Escola Básica Salgueiro Maia realizou a Feira do Livro Escolar de 15 a 18 de novembro."Esta iniciativa tem por objetivo promover o interesse pelos livros e pela literatura, tendo por finalidade motivar a comunidade escolar em geral e em especial os mais jovens. Houve uma grande adesão e interesse.

A feira que contou com o apoio da Firma “A Ronda das Letras" ofertou à Biblioteca Escolar 10% do valor apurado em livros de Iniciação à Educação Literária em falta. Agradecemos a colaboração de todos.
 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O tempo dos pequenos prisioneiros

Bem-vindos à nova era, a das crianças que não têm tempo para brincar. E a dos adultos obcecados por ocupar-lhes os dias. Que mundo é este onde a brincadeira se tornou indesejável?

Não fosse um sinal dos tempos e consideraríamos ridículo escrever um texto sobre a importância de as crianças brincarem. Afinal, não é isso o que elas fazem? A resposta é assustadoramente simples: não. E não é o que fazem, sendo isso o que elas são. Nada mais definidor da infância do que o brincar e, no entanto, nada menos preponderante na infância destes dias, escolarizada até ao tutano, compartimentada em atividades sempre organizadas pelo adulto, em casa sujeita ao regime de trabalhos de casa-TV-telemóvel-tablet antes de deitar e, de manhã, começar tudo de novo. Este ano, um filme patrocinado pela marca Skip entrava numa prisão de alta segurança dos Estados Unidos
e mostrava um grupo de reclusos perturbados com a mera possibilidade de se retirar uma hora às duas horas diárias de tempo ao ar livre a que estão habituados. “Seria uma tortura”, dizia um deles. Mas 70% das crianças têm menos de uma hora por dia de brincadeira, concluiu um estudo da mesma marca. Menos, portanto, do que o tempo mínimo que o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos recomenda para garantir o bem-estar dos prisioneiros.
“Temos uma criança mais centrada nos dedos do que na locomoção, que é corporalmente passiva e sofre de iliteracia motora”, diz Carlos Neto, investigador da Faculdade de Motricidade Humana. A estudar este assunto há duas décadas, não constitui para ele novidade que as crianças de hoje sejam mais frágeis, mais imaturas e menos capazes de se controlar e autorregular. “As crianças são dotadas para brincar, é o seu estado natural. Precisam de ser perseguidas, de perseguir, lutar, correr, esconder-se, inventar. E a sociedade faz um esforço para as ter quietas e em silêncio”, comenta o especialista. Num quadro de quase permanente institucionalização, em que os mais novos passam na escola quase tantas horas diárias quanto um adulto no trabalho — de 27,5 a 30 horas semanais nos 1º e 2º ano do 1º ciclo e até 32,5 horas no 3º e 4º ano —, a configuração do seu tempo livre nesse espaço revela-se determinante. E a escola “ainda trata o recreio como algo avulso ao processo de ensino”, sem perceber que “o tempo para brincar deve ser bem estruturado e encarado como um contributo para se aprender dentro da sala de aula”.
No jardim de infância a situação é semelhante. Em Portugal, de fevereiro a maio — a estação invernal — as crianças passam apenas uma média de 10,8% do seu tempo em espaço exteriores, mais apetecíveis para a brincadeira livre. Este é um dos dados que constam do estudo “Interação Criança-Espaço Exterior em Jardim de Infância”, da autoria de Aida Figueiredo. A professora da Universidade de Aveiro concluiu ainda que, nas creches observadas, os bebés com menos de um ano só saíram ao exterior duas vezes em quatro meses. O estudo serve também para comparar realidades educativas opostas: se na Noruega, por exemplo, são exigidos entre 24,2 e 33 m2 por criança, em Portugal apenas são previstos 4 m2 por criança.
Quando é que o brincar livremente se tornou a atividade mais rara, menos praticada, na vida das crianças? E quando é que este quadro negro passou a ser encarado como normal? “O que não é normal é não se olhar para as crianças como cidadãos com direitos, isto é, com direito ao tempo livre e a fazer o que é próprio na infância: brincar, correr e dialogar com outros”, frisa Maria José Araújo. Para esta especialista em educação e professora no Instituto Politécnico do Porto, chegamos a um ponto em que o ato de brincar é excedentário e conotado como “fútil” pelos adultos, cuja ideia de competência “passa por estruturar a vida das crianças, não respeitando as suas necessidades nem proporcionando as condições para elas poderem brincar”.
E brincar está longe de ser fútil. “É uma atividade completa, em que as crianças aprendem a decidir, a negociar, a colaborar, a pensar e a criar; descobrem o que querem e como querem fazer; elaboram e exprimem as suas fragilidades e traumas; e começam a ler a realidade social, a interpretá-la e a agir sobre ela”, diz a investigadora. Pelo contrário, o não brincar ocasiona danos profundos no ser humano: “Gera crianças mais obesas, mais sentadas, com menos competências sociais e relacionais, mais isoladas e individualistas, e que em adultos estabelecem relações mais difíceis.” Promove, igualmente, uma pandemia de crianças cansadas e stressadas
que acabam sendo alvo de medicação. “Estes miúdos vão para a sala de aula brincar, extravasar, porque não lhes foi dada outra hipótese. Então, medicamo-los para que sejam mais concentrados. Ora, uma criança que não brinca não aprende a concentrar-se”, reflete.
A neuropediatra, Manuela Santos, ressalva, por sua vez, a diferença entre brincadeira e entretenimento: “Hoje em dia vivemos o drama do tablet. As crianças habituam-se a olhar para um ecrã durante horas. É como ir ao ginásio e só mexer uma perna.” Do ponto de vista do desenvolvimento, esse tipo de interação com o mundo ‘enche’ a criança de respostas automáticas, inibindo-lhe a criatividade e abrindo caminho para uma maior incidência de problemas mentais no futuro. Carlos Neto aponta também a fraca capacidade empreendedora e a escassa autoestima de quem em pequeno não exercitou o brincar. E alerta: “A energia das crianças é natural e deve ser tolerada pelos adultos. O ser humano não nasceu para estar quieto. Estamos a criar monstros.
Luciana Leiderfarb –Jornalista


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Reis e Rainhas à mesa


No Reino E. B. Salgueiro Maia vivia o rei Salgueiro, a rainha Maia e a sua corte.
O rei vivia preocupado com a falta de boas maneiras à mesa da rainha e de alguns nobres da corte. Escutou os seus conselheiros e aos dezasseis dias do mês dez do ano de dois mil e dezasseis El Rei Salgueiro anunciou que se veria nas ameias do castelo as regras de conduta (boas maneiras) a respeitar no salão de refeições.
El rei, rainha e toda a corte teriam de cumprir cada uma dessas regras, ...
Anunciou ainda que o dia que cada nobre e a sua família conquistassem todas as regras ser-lhes-ia concedida uma honra. Será posta no salão de refeições uma mesa com um trono para cada membro dessa família se sentar e ser-lhes-á dado uma bebida especial.





segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Outubro, mês das Bibliotecas Escolares

Comemora-se em outubro o Mês das Bibliotecas Escolares, por isso neste espaço assistimos à animação do conto "A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas" de Luísa Ducla Soares e realizámos a interpretação do mesmo. Depois elaborou-se um poema intitulado "Na biblioteca escolar..." apelando aos órgãos dos sentidos. Estas poesias foram ilustradas e realizou-se uma pequena exposição.
Houve a demonstração de um power point com bibliotecas diferentes/estranhas pelo mundo. Os alunos aderiram ao desafio de duas adivinhas sobre o tema.
Todas as atividades tinham como finalidade incentivar a leitura, (para a aprendizagem e divertimento) e estimular o gosto pela frequência de bibliotecas.











Formação de utilizador da Biblioteca Escolar - receção às turmas de Pré-escolar e 1º ano

A Biblioteca Escolar realizou uma pequena formação de utilizador com as turmas de pré-escolar e 1º ano referindo as regras de funcionamento das áreas, equipamento e material deste espaço educativo, com o intuito de promover a frequência da Biblioteca Escolar e tornar os alunos utilizadores responsáveis e autónomos do Centro de Recursos. Foi ofertado às turmas um folheto com esta informação.

Em seguida, a professora Bibliotecária, Carla Costa, fez a animação do conto "A Fada da Cor" de Diana Dias e ensinou a canção "Caixinha de Cores".

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Bom regresso às aulas

A E.B. Salgueiro Maia deseja a todos os alunos, docentes, assistentes operacionais, encarregados de educação um excelente ano letivo de 2016/17.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Apresentação do Livro "Somos o que comemos" salicórnia alternativa para uma dieta saudável

As turmas de 4º ano: G,H e I deslocaram-se à Biblioteca Municipal de Pinhal novo para assistir à apresentação do livro "Somos o que comemos" e conhecer os seus autores, os professores da Escola Álvaro Velho, Sónia Correia, Helena Pires e Rui Sequeira.
Os autores falaram das características da planta dizendo que cresce naturalmente em zonas de sapal ou de salinas costeiras. Referiu-se o seu valor nutricional e os benefícios de substituir o sal na tentativa de se obter uma alimentação mais saudável. Os alunos foram convidados a provar a planta carnuda de cor verde-escuro ao natural, em tostas juntamente com manteiga ou em salada. Quase todos apreciaram o seu paladar.

 Posteriormente assistiram ao visionamento de um filme sobre este produto e puderam colocar dúvidas às autoras.
 No final observaram com uma lupa as sementes da salicórnia.
Os alunos receberam um panfleto sobre a planta e os autores ofertaram um livro aos professores.
Aprendemos bastante. Foi uma atividade muito interessante.

Desporto Escolar - "Aprender a Jogar"

No dia 7 de junho as turmas do 1º e 2º anos de escolaridade do Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos deslocaram-se ao Campo de Jogos Municipal de Palmela,para realizar a atividade  “Aprender a Jogar” - Festival de Escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O objetivo do evento é Sensibilizar para a importância do Programa de Expressão e Educação Físico-Motora, como parte  do currículo do 1.º Ciclo, promover a participação e experimentação de atividades lúdico-motoras e desportivas e divulgar a oferta desportiva no concelho de Palmela.
É uma organização conjunta da Câmara Municipal de Palmela e da Coordenação Local do Desporto Escolar da Península de Setúbal, com a colaboração,  dos alunos dos cursos profissionais de várias escolas do concelho de Palmela, e o envolvimento da Associação de Paralisia Cerebral Almada Seixal (Boccia), do Palmelense Futebol Clube (Futebol), da Casa do Benfica em Palmela (Basquetebol) e da 20 Desafiar – Associação (Lançamento ao cesto de Basquetebol em cadeira de rodas e Slalom em cadeira de rodas).
Foi uma manhã muito quente e com bastantes atividades desportivas.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Cerimónia de entrega de prémio do concurso Uma Aventura Literária 2016

"Depois do enorme sucesso da edição do ano passado, o número de participações no Concurso Uma Aventura… Literária 2016 volta a subir!  Este ano, a Caminho recebeu 14.064 trabalhos ou seja mais 3.786 trabalhos do que na edição do ano passado."


Dia 7 de junho realizou-se a festa de entrega de prémios nas modalidades de texto original, entre outras.
O aluno Tomás Marques, da turma 4ºH, obteve o 3º lugar em simultâneo com outro aluno. Aqui partilhamos as fotos do evento.





Foi ofertado um livro à escola, que faz agora parte da coleção da Biblioteca Escolar.
Parabéns aos concorrentes. Obrigado ao escritor Tomás Marques!

P

Ambiente e ecologia

Na Biblioteca escolar abordámos o tema o Ambiente através do vídeo da história "A árvore generosa" de Shel Silversten e da sua interpretação.
Relembrámos os vários tipos de poluição e enumerámos alguns animais em vias de extinção.
Debateram-se ideias para salvar o planeta através de vídeos humorísticos "Animals save the planet"


Terminámos a atividade com a canção "criança ecológica" apelando para que todos os alunos defendam o Ambiente através de atitudes simples: Reduzir, reutilizar e reciclar (Política dos 3 Rs).

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Final do Campeonato de Ortografia



CAMPEONATO DE ORTOGRAFIA 

Classificação dos finalistas



Turmas

Alunos

Total de Pontos

(1ª, 2ª e 3ª fases)

Posição

Final


4ºG

Afonso Costa – 30

 Dinis Pó – 38

Francisca Ribeiro – 34,5

 Henrique David – 32,5

Lara Viana -31

Rafael Bugalho – 30,5

Ricardo Mestre – 31,5

Rodrigo Santos P. – 37

Tiago Carvalho – 32

Vladylov Kohorev - 35

46

57

51,5

50,5

43

46,5

46,5

55

50

54

















4ºH

Daniel Guimarães – 33

Diogo Tomé – 34

João Pedro Pombinho – 32

Matilde Lima – 40

Miguel Maurício- 33

Rita Silva – 33,5

Rúben Garcia – 32

Tomás Marques - 33 

44

53

47

60

51

51,5

47

46












4ºI

Gabriel Neves – 30

Gonçalo Repolho – 32

Gustavo Francisco – 30,5

Henrique Pereira – 33

Leonor Areosa – 33

Luís Fernandes – 30,5

Rafaela Ferreira – 32

Raquel Santos - 30

46

47

46,5

45

52

46.5

50

47

     







Melhor resultado da turma


Os três primeiros lugares recebem prémios.
Parabéns aos vencedores e aos finalistas. è de elogiar a aluna Matilde Lima da Turma 4ºH que teve o máximo de pontuação em todas as fases!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O Livro e Direitos de Autor

Durante o mês de maio, na Biblioteca Escolar, abordaram-se os temas: o Livro e Direitos de Autor.
Explorou-se a capa e as imagens do conto "As moedas de ouro de Pinto Pintão" de Alice Vieira antecipando o enredo, depois assistimos ao conto na Biblioteca Digital no Plano Nacional de Leitura.

http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/bibliotecadigital/

Relembrámos, de forma breve, a história do papel e as etapas de um conto até se tornar um livro.
Falámos do livro como objeto de saber e divertimento, as profissões de autores e referimos os seus direitos.
No final, houve adivinhas para identificar autores portugueses.


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Plantação de árvores de maçã riscadinha na escola

Dia 18 de maio plantámos três as árvores de maçã riscadinha na escola., A atividade está incluída no projeto das Bibliotecas Escolares do Concelho de Palmela "Ler + adoc@ a vida, Ler e comer o mesmo prazer".
As turmas 1ºA, 1ºB e 2ºC assistiram a uma história que mostrava a importância das árvores e todos os produtos que nos fornecem.. Em seguida, a Dra Olga da Biblioteca Municipal Publica de Palmela falou um pouco sobre as características deste fruto da região: é vermelho com riscas amareladas, é achatado e nasce no verão. Referiu os elementos fundamentais para que a árvore cresça de forma saudável: terra, água, sol, adubo e carinho.


No Exterior, os docentes (sobretudo o professor/agricultor João Bragança) e as crianças colaboraram na plantação da macieira ajudando a colocar composto natural, a terra com uma pá e a regar as árvores. As turmas e professores responsabilizaram-se por continuar a cuidar das árvores.
A atividade foi agradável e aprendemos muito sobre a maçã riscadinha, produto típico da região de Palmela.